A Ler é que a Gente se (Ou)vê | André Domingues
Casa do Povo [Ovar]
Info de evento
| Data: | 22/09/2023 |
|---|---|
| Tempo: | 21:30 |
| Localização: | Casa do Povo |
| Endereço: | Largo dos Bombeiros Voluntários de Ovar, 87 Ovar |
| Telefone: | +351 256 111 466 |
| Site: | https://radioavfm.net/shows/alerequeagenteseouve/ |
| Evento: | https://www.facebook.com/events/309704718410483/ |
Detalhes
“A Ler é que a Gente se (Ou)vê” é uma conjugação de vários sentidos. Com a força da rádio aliada à energia da leitura, criamos um evento que entrelaça a magia do livro com autores e leitores.
Num só momento, com moderação de Carlos Nuno Granja, convidamos-te a participar num programa de rádio que é um clube de leitura, onde se apresentam livros e se estimula a partilha de conhecimentos…
Desta feita teremos entre nós André Domingues.
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Nascido no Porto em 1975, o autor é licenciado em Ciências da Comunicação e mestre em Literatura e Cultura Comparadas, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É locutor, tradutor e copywriter.
Pratica regularmente musculação, gosta de conversar horas a fio com os amigos e prefere a cidade ao campo.
Tem uma devoção por Espanha, em particular, e pelo mundo hispânico, em geral.
Comove-o a alegria dos povos mais simples e a infantilidade extemporânea.
Não acredita na soberania da melancolia como estado propício à criação, preferindo a exaltação, a euforia e o fluxo das paixões imediatas.
Aprecia o cheiro das tabernas no inverno, o beijo escarlate do sol sobre o mar, a decoração de interiores e o maximalismo estilizado; bem como as letras dos GNR e os poemas de René Char.
Come sopa todos os dias e permanece largas temporadas apenas a investigar o poder das divindades naturais, a água que corre, o tempo que passa e o vento que sopra.
É sensível às tentações da carne, à música do mundo, às visões extraordinárias, e um adepto fervoroso do riso como antídoto contra as adversidades.
Uma das coisas que mais lhe agrada é passear de automóvel à noite pelas ruas e avenidas da cidade, contemplando os edifícios iluminados, prestando um certo tipo de vassalagem aos quadros urbanos e ao teatro da vida quotidiana, piscando o olho, de vez em quando, ao duvidoso bem-estar da nossa civilização.
Pratica regularmente musculação, gosta de conversar horas a fio com os amigos e prefere a cidade ao campo.
Tem uma devoção por Espanha, em particular, e pelo mundo hispânico, em geral.
Comove-o a alegria dos povos mais simples e a infantilidade extemporânea.
Não acredita na soberania da melancolia como estado propício à criação, preferindo a exaltação, a euforia e o fluxo das paixões imediatas.
Aprecia o cheiro das tabernas no inverno, o beijo escarlate do sol sobre o mar, a decoração de interiores e o maximalismo estilizado; bem como as letras dos GNR e os poemas de René Char.
Come sopa todos os dias e permanece largas temporadas apenas a investigar o poder das divindades naturais, a água que corre, o tempo que passa e o vento que sopra.
É sensível às tentações da carne, à música do mundo, às visões extraordinárias, e um adepto fervoroso do riso como antídoto contra as adversidades.
Uma das coisas que mais lhe agrada é passear de automóvel à noite pelas ruas e avenidas da cidade, contemplando os edifícios iluminados, prestando um certo tipo de vassalagem aos quadros urbanos e ao teatro da vida quotidiana, piscando o olho, de vez em quando, ao duvidoso bem-estar da nossa civilização.
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Principais publicações:
– Dramas de Companhia, Companhia das Ilhas, 2016
– Tempestade das Mãos, Debout sur l’Oeuf, 2017
– Rapina, Douda Correria (2020)
– Porto ou A Insurreição do Olhar, Editora Labirinto (2023).
– Dramas de Companhia, Companhia das Ilhas, 2016
– Tempestade das Mãos, Debout sur l’Oeuf, 2017
– Rapina, Douda Correria (2020)
– Porto ou A Insurreição do Olhar, Editora Labirinto (2023).
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Sinopse de “Porto ou A Insurreição do Olhar – Breves crónicas de uma cidade viva”:
O Porto ganhou uma confiança fecundante, insurgindo-se contra uma visão que já não o representava. Estas breves crónicas, dominadas por um lirismo empolgado, percorridas pelos fulgores da arte e da literatura, marcadas por encontros decisivos, espaços relevantes, homenagens e diálogos improváveis, revelam uma cidade singular e global, familiar e arrojada, plena de ficção e autenticidade.
O Porto ganhou uma confiança fecundante, insurgindo-se contra uma visão que já não o representava. Estas breves crónicas, dominadas por um lirismo empolgado, percorridas pelos fulgores da arte e da literatura, marcadas por encontros decisivos, espaços relevantes, homenagens e diálogos improváveis, revelam uma cidade singular e global, familiar e arrojada, plena de ficção e autenticidade.
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«E nunca na história da literatura portuguesa, que eu conheça, alguém escreveu assim a crónica de uma cidade. (…) Imperdível. Imperdível. Imperdível.»
In prefácio de Pedro Guilherme-Moreira
«E nunca na história da literatura portuguesa, que eu conheça, alguém escreveu assim a crónica de uma cidade. (…) Imperdível. Imperdível. Imperdível.»
In prefácio de Pedro Guilherme-Moreira
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