Tape Junk

Os Tape Junk são uma banda rock com um vocabulário assimilado a partir de referências como Pavement, Giant Sand, Stooges, Rolling Stones ou Velvet Underground. Através de uma linguagem simples e, simultaneamente, intensa, João Correia escreve sobre situações do quotidiano com as quais facilmente nos identificamos: histórias comuns, situações inusitadas, episódios caricatos ou simples romances.

Os Tape Junk surgiram em 2012 no seio da família Pataca: uma derivação directa e natural dos Julie & The Carjackers – formados em 2009 por João Correia e Bruno Pernadas. João Correia fundou a banda em paralelo e lançou em 2013 “The Good & The Mean”. O álbum de estreia foi muito bem recebido pela crítica e pelo público. O disco homónimo foi editado em 2015, gravado e produzido por Luís Nunes (aka Walter Benjamin) no Alvito, Alentejo. O terceiro capítulo desta história de rock aposta numa sonoridade mais pop mas sempre com o cunho muito pessoal das letras de João Correia.

Os Tape Junk são uma banda de palco. Desde o lançamento do primeiro disco, o grupo actuou de norte a sul do país com destaque para a abertura do festival de Paredes de Coura, Vodafone Mexefest e TMN ao Vivo (1ª parte de Young Gods), Nós Em Palco e circuito Outonalidades. Num registo mais intimista, João Correia partilhou várias vezes o palco com Francisca Cortesão (Minta & The Brook Trout), com quem toca em They’re Heading West, e interpretou temas dos projectos musicais de ambos.

O segundo disco dos Tape Junk assumiu-se como uma espécie de ‘statement’. Ao contrário do primeiro, o disco homónimo resultou da interacção directa entre todos os elementos do grupo. Durante três dias, os quatro músicos registaram juntos as nove músicas de “Tape Junk, em “live takes” para gravador 8 pistas. O resultado foi um álbum mais cru e mais imediato, fruto da partilha entre os vários elementos da banda.

Alinhamento