Mi-Fá-Dó-Sol | 15 Jan 2020

Carlos Reis e Dino Marques

Programa: Mi-Fá-Dó-Sol

De:  Carlos Reis e Dino Marques

Emissão: 15 Jan 2020

Descrição: Programa inteiramente dedicado ao Fado. Realizado por intérpretes do género musical, Mi-Fá-Dó-Sol foca-se na divulgação de artistas e eventos, sem deixar de lado a história e as curiosidades de tão importante património português!

Destaque: Ricardo Ribeiro

Em 2011 recebe o Prémio de Melhor Intérprete Masculino atribuído pela Fundação Amália Rodrigues.
Neste mesmo ano participa no ciclo de música Luso-Chinesa e canta com a Orquestra Chinesa de Macau, no Grande Auditório do Centro Cultural de Macau.
Em 2012 Ricardo Ribeiro colabora no disco Rui Veloso E Amigos, num dueto em “Nunca Me Esqueci De Ti” com o próprio Rui Veloso.
Em Outubro de 2013 chega o disco Largo da Memória tendo como tema de apresentação “Destino Marcado”. É apresentado pela primeira vez no CCB e na Casa da Música, em fevereiro de 2014 e segue-se uma intensa tournée pelos palcos nacionais e internacionais.

Este trabalho conta com a participação do músico libanês Rabih Abou-Khalil e dos guitarristas Joel Pina, Ricardo Rocha, Pedro Caldeira Cabral e Pedro Joia. Entre as assinaturas dos poemas encontramos nomes como Pedro Homem de Melo, David Mourão-Ferreira e Maria do Rosário Pedreira.
Com este álbum Ricardo Ribeiro foi um dos quatro finalistas, na categoria de “Melhor Artista” da edição de 2015 dos prémios musicais da revista britânica Songlines.
Ainda em 2013 colabora em dueto no tema “Pontas Soltas” do disco “Fado É Amor” de Carlos do Carmo.
Canta na Bienal de Veneza em 2013 no jantar inaugural do pavilhão de Portugal. Também em 2013 participa com Pedro Joia no concerto comemorativo do Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas em Caracas. A acompanhar os dois intérpretes estava a “Orquestra Sinfónica da Venezuela” sob a direção do Maestro Osvaldo Ferreira, no Teatro Teresa Carreño.

Neste percurso, que também é feito de concertos fora de portas ressalta sempre o imenso talento de Ricardo Ribeiro.
O fadista Ricardo Ribeiro recebe dia 27 de janeiro de 2015 das mãos do Presidente da República Cavaco Silva a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.
Em julho de 2015 é editada a compilação Amália – As Vozes do Fado, um homenagem a Amália Rodrigues idealizada pelo realizador luso-francês Ruben Alves, em que Ricardo Ribeiro canta o “Grito” e “Maria La Portuguesa”, no qual também participa o guitarrista espanhol Javier Limón.
Fora de portas, Ricardo Ribeiro é nomeado para a categoria de Melhor Artista de 2015 pela revista britânica Songlines, numa votação inteiramente decidida pelo público. Ricardo continua a dar concertos e a levar o seu Fado mais longe.

Em abril, inicia colaboração com o pianista João Paulo Esteves da Silva, num concerto pensado especialmente para a edição desse ano do festival “Dias da Música”.
Em 2016 Ricardo Ribeiro edita Hoje é assim, amanhã não sei., produzido por Carlos Manuel Proença, este trabalho voltaria a colocar Ricardo Ribeiro nos nomeados, na categoria de “Melhor Artista”, para os prémios musicais da revista britânica Songlines de 2017 e a merecer ser galardoado com o Prémio Carlos Paredes, da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Trata-se de um trabalho pelo qual recebe a cotação máxima (5 estrelas) no jornal Expresso, 4 estrelas na revista Blitz, e mais recentemente, na revista britânica Songlines que nomeia Ricardo Ribeiro como a melhor voz masculina do Fado da sua geração, atribuindo 4 em 5 estrelas a “Hoje é assim, amanhã não sei”.

O sucessor de Largo da Memória tem como primeiro single “Nos Dias de Hoje”, um original com letra e música de Tozé Brito. Este trabalho, que foi apresentado na noite anterior na estreia do fadista, em nome próprio, no Coliseu dos Recreios, conta com o acompanhamento de José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Carlos Manuel Proença (viola) e Daniel Pinto (viola baixo), e ainda com convidados como o pianista João Paulo Esteves da Silva, o acordeonista Ricardo Dias, o trompetista Diogo Duque ou os guitarristas clássicos Artur Caldeira e Daniel Paredes.
Entre as surpresas deste álbum podemos encontrar, ao lado de temas de fado tradicional, uma letra de Bernardim Ribeiro, um tema em francês de Paul Verlaine ou outro em castelhano de Luís Demétrio. Nota ainda para a participação do Grupo Coral Ganhões de Castro Verde num tema assinado por Paulo de Carvalho.
Ricardo é convidado para integrar o novo filme de Diogo Varela e Silva um musical intitulado “Alfama em Si”.

É ainda em 2016 que concretiza o sonho de cantar a “Toada de Portalegre” de José Régio, a convite da Orquestra Metropolitana com composição de Rabih Abou-Khalil e a integrar “Fado Barroco” projeto do grupo de música antiga “Os Músicos do Tejo” e que juntou, numa viagem pela Portugalidade, Ricardo Ribeiro na voz, a soprano Ana Quintans  e os músicos Miguel Amaral (guitarra portuguesa) e Marco Oliveira  (viola). A estreia deste espetáculo teve lugar em Helsínquia na passagem do ano de 2015 para 2016 e chegou dia 14 de dezembro de 2016 à Fundação Calouste Gulbenkian.
A 8 de Dezembro de 2016 Ricardo Ribeiro esteve na Casa da Música, no Porto, a apresentar pela primeira vez este novo trabalho num concerto de enorme beleza.
Em 2017, Ricardo Ribeiro continua a divulgar o álbum “Hoje é assim, amanhã não sei” um pouco por todo o país e estrangeiro, nomeadamente em França Bélgica, Suíça e Luxemburgo.

A tournée internacional passará ainda pela Rússia, Áustria, Holanda, Inglaterra, Noruega entre outros países.
À semelhança de quando editou Largo da Memória que inclusivamente chegou a Disco de Ouro, também com “Hoje é assim, amanhã não sei” Ricardo esteve na corrida de melhor fadista 2017 atribuído pela reputada revista britânica Songlines.
O seu novo disco foi inclusivamente editado no Reino Unido.
A 10 de junho Ricardo Ribeiro atuou no Castelo de São Jorge num espetáculo dedicado ao Tango e Fado, concerto intitulado “El Gordo Triste”.

Em junho de 2017 o fadista foi convidado pelo guitarrista brasileiro Yamandu Costa para participar no concerto em Lisboa e as críticas não podiam ser melhores.
Ricardo Ribeiro foi galardoado com o conceituado Prémio Carlos Paredes´17 em ex-áqueo com o grupo Quarteto Artemsax & Lino Guerreiro, atribuído pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Galardão que recebeu no concelho a 23 de novembro, numa cerimónia pública.
Ricardo Ribeiro recebeu igualmente uma menção no Prémio José Afonso 2017 também pelo álbum “Hoje é assim, amanhã não sei” pela Câmara Municipal da Amadora.
A 26 de outubro, o cantor e músico estreou o espetáculo Tributo a José Afonso, num convite feito pelo CCB para preencher a Carta-branca desse ano.

No fim do mês de novembro de 2017, Ricardo Ribeiro estreou o videoclipe Fadinho Alentejano, segundo single retirado do álbum Hoje é assim, amanhã não sei. Este tema conta com a participação do coro de cante alentejano Os Ganhões de Castro Verde, num original de Paulo de Carvalho.
O videoclip rodado entre a planície alentejana e Lisboa, conta ainda com a participação do ator/comediante e apresentador César Mourão e a jovem fadista Diana Vilarinho.
No início de dezembro, Ricardo Ribeiro protagoniza mais um tour pela Bélgica, num périplo que junta 5 cidades.
Ricardo Ribeiro recebeu em Novembro de 2018, na XVII Gala de Prémios do Alentejo, o prémio na categoria “Mais Música” atribuído pela Revista Alentejo!

2018 foi um ano cheio e Ricardo Ribeiro continua em tournée tanto em Portugal como no estrangeiro: Irão, Jordânia, México, Marrocos, Estados Unidos, com participação no Festival de Fado em Nova Iorque.
Esteve também nesse ano em França, Espanha, Finlândia e Áustria.
Em Novembro, Ricardo foi um dos grandes convidados do programa “Alta Definição” na SIC, naquela que foi, nas palavras de Daniel Oliveira “Das conversas mais incríveis que tive em toda a minha vida. ”
A 26 de Abril de 2019, Ricardo Ribeiro lança o seu novo trabalho: “Respeitosa Mente”, que entra diretamente para o segundo lugar do top de vendas na semana em que é lançado.
Para este trabalho, Ricardo Ribeiro escolheu a dedo os músicos para em conjunto criarem este seu novo disco. Juntou-se assim ao pianista João Paulo Esteves da Silva, um nome incontornável do jazz, e ao percussionista norte-americano Jarrod Cagwin, especializado em ritmos orientais, tendo feito grande parte dos seus estudos focado nas percussões asiáticas.

Este trabalho tem como base a poesia de vários autores, na sua maioria portugueses, poesia de grande sensibilidade que foi vestida pela musicalidade destes três amigos, de forma invulgar, e onde podemos usufruir da poderosa e cativante voz de Ricardo Ribeiro.
Ricardo Ribeiro é sem dúvida um dos mais destacados valores da mais jovem geração de fadistas portuguesa e é no Fado que se revê: “Fado é tudo o que acontece. Quando se ri ou se chora, quando se lembra ou se esquece. Quando se odeia ou se adora. É ter um jeito de artista para moldar o Fado à voz. O fado de ser fadista é a sina de todos nós”.

Playlist:
Ricardo Ribeiro – Água Louca Da Ribeira
Ricardo Ribeiro – Grito
Ricardo Ribeiro – Trago Uma Rua no Peito
Ricardo Ribeiro – Malhas do Amor
Ricardo Ribeiro – Mas Porquê de eu ser assim
Ricardo Ribeiro – Não Rias
Ricardo Ribeiro – Nos Dias de Hoje
Ricardo Ribeiro – Poetas do Paraiso
Ricardo Ribeiro – Porta do Coração
Ricardo Ribeiro – Rezando pedi por ti
Ricardo Ribeiro – Sou companheiro do vento
Ricardo Ribeiro – Destino Marcado
Ricardo Ribeiro – Eu sei que sou demais

 



Publicação:
Catarina Pereira
Foto(s): Direitos reservados




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